Um país que
quer receber turistas em vários eventos mundiais, não sabe administrar seus
próprios aeroportos.
Simplesmente estamos proibidos de buscar nossos parentes
no terminal de desembarque.
Se não pagarmos a extorsiva taxa do bufão do
estacionamento você não pode parar. Mas os taxis cooperados ou pseudo
cadastrados pela Infraero pode não só parar como fazer as maiores bandalhas que
não são nem notificados,
penso haver necessidade do ministério público verificar
essas concessões e tentativas errôneas de controle da ordem pública, que na
VERDADE favorece uma pequena horda de beneficiados.
O engarrafamento
é o grande problema do trânsito brasileiro, mas mesmo sendo difícil admitir, o maior
causador do engarrafamento é o próprio motorista, com a desculpa de que temos
excesso de carros nas ruas os políticos não fazem nada e os motoristas
continuam fazendo todo o tipo de barbaridade no trânsito.
Sabendo que
a atitude do motorista pode ajudar a melhorar o trânsito do Brasil vamos
relacionar as 10 maiores barbaridades praticadas por motoristas no trânsito. Digo
barbaridade, por que quando certas pessoas sentam atrás do volante de automóvel
se tornam uns bárbaros, não respeitam nada, nem ninguém:
1º.Buzinar indiscriminadamente;
2º.Buzinar para o carro que está lento,
sem tentar entender o outro motorista;
3º.Piscar o farol e achar que todos
devem sair da sua frente;
4º.Vir atrás do carro de serviço;
5º.Mudar de faixa sem sinalizar;
6º.Não saber quando tem a preferência;
7º.Achar que o motorista da frente é
obrigado a entra, quando liga a seta.
8º.Passar a frente de outro carro numa fila
em que a retenção prendeu o carro de trás;
9º.Andar com o farol auto em perímetro
urbano
10º.Conversar com o frentista, após o término
de seu abastecimento.
Lembrando que não
entraram nessa lista atitudes como: cortar o carro da frente, avançar o sinal,
não dá preferência ao pedestre, andar em velocidade acima do estabelecido para
a via, Etc. Essas atitudes são infrações graves e algumas são crimes, que podem ser
punidas até com a prisão.
Durante o dia dirigindo
nas ruas percebemos que existem pessoas que não tem a menor condição de dirigir
nem uma bicicleta, muito menos um veículo automotor.